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sexta-feira, 23 de abril de 2010

Não é meu hábito postar notícias de outros meios de comunicação social para análises no meu blogue. Mas a precipitação cáustica de incendiários, medíocres, e conjunturais ensaios de masturbação intelectual, que não representam mais do que uma mera incompetência analítica e consequente insatisfação hormonal, compelem-me à necessidade de despir a realidade nua e cru, para se perceber que neste trono de conjuras, o rei...vai nu.
Passo a enunciar:
Portugal é diferente da Grécia, mas as fragilidades das duas economia são crónicas, escreve a revista The Economist.

Segundo a análise, publicada hoje no site da publicação britânica, os dois países apresentam baixo crescimento, perda drástica de competitividade e alto endividamento público e privado - fragilidades crónicas que os mercados podem aproveitar para fazer aumentar os juros da dívida.

O artigo de análise sobre Portugal, intitulado "A importância de não ser a Grécia", apresenta as diferenças fundamentais entre os países e apresenta "um Governo desesperado em persuadir os mercados que é melhor do que eles temem".

No entanto, a revista contraria economistas como Simon Johnson e Nouriel Roubini, dizendo que Portugal está "longe de ser a próxima crise de divida pública".
Um dos problemas apontados a Portugal é a falta de poupança. A revista diz mesmo que os portugueses eram conhecidos como um povo que poupava de forma exemplar, mas agora têm se endividado em grande escala, com o endividamento das famílias a superar já os 100 por cento do PIB e no caso das empresas os 140 por cento do PIB.

Entre os pontos fracos, a "The Economist" aponta ainda a elevada burocracia, a falta de eficiência da justiça, as debilidades do sistema educativo e a rigidez das leis laborais, sublinhado que Portugal tem "um dos mais rígidos regimes de protecção de emprego".

Fim de citação.

Concluindo: a Bélgica depara-se com uma crise económica em que a dívida pública ultrapassa os 100% do P.I.B. Mas trata-se obviamente de um país atrasado! Números? Aparentemente variam consoante a grossura dos dedos, e a área dos botões da máquina de calcular.

Pobres...dos ricos!

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Quatro anos de...dentes afiados

Parabéns meu caro "Joshua Rex". No pontificado dos indomáveis e colossais afloramentos sísmicos, vulcânicos e pluviais, as torrentes de palavras que fazes brotar da tua atmosfera intelectual, são uma rara monção geradora de fertilidade cívica. Ainda que a metodologia de irrigação nos afaste em residuais divergências quanto ao processo de maturação, somos cúmplices no sumo propósito de fazer florescer a humanidade. Caminhemos, unidos na diversidade. Um abraço!